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Exercícios físicos no pós parto e amamentação




Exercícios físicos no pós parto e amamentação

Exercícios físicos são importantes para todas as pessoas, em todas as idades, tendo em cada fase de vida sua especificidade em relação ao tipo, frequência e intensidade dos exercícios.

Entretanto, a participação da mulher em atividades físicas, principalmente de caráter competitivo, é algo relativamente novo. Acreditava-se que os exercícios mais intensos poderiam de alguma forma prejudicar as funções consideradas mais nobres e específicas do corpo feminino: gestar, parir e amamentar.

Felizmente, tais mitos foram derrubados graças a diversos estudos que reforçam os benefícios fisiológicos da atividade física para a mulher com toda a sua peculiaridade. A própria Sociedade Brasileira e Medicina do Esporte reforça que a atividade física bem orientada é importante para promoção e manutenção da saúde de mulheres em todas as idades inclusive na gestação e pós parto.

Diversos estudos apontam benefícios interessantes da atividade física durante a gestação, como: manutenção da aptidão física, alívio dos sintomas gravídicos, melhor controle do peso, diminuição da tensão pré-parto, melhor retorno venoso, melhor recuperação no pós parto.

No período após o parto, as mulheres se aproveitam dos benefícios gerais dos exercícios com algumas especificidades principalmente relacionadas ao bem estar materno, que contribui para o bem estar do bebê: diminuição do stress, auxilio na perda de peso, retorno a antiga forma pré-gestação, tonificação dos músculos abdominais e períneo, tão exigidos durante a gravidez e parto, maior disposição e força para cuidar do bebê, também é de importante valor no tratamento da depressão pós-parto.

Apesar de todos esses benefícios, existe uma preocupação sobre os efeitos do exercício físico na amamentação, em relação ao volume / qualidade de leite e aceitação do mesmo pelo bebê.

Sabe-se que a prolactina, hormônio responsável pela estimulação da produção de leite, aumenta de maneira aguda após o exercício, mas não se sabe qual o efeito desse aumento hormonal sobre a lactação (CANALI, KRUEL, 2001; DEWEY, McCRORY, 1994)
Dewey et al (1994) conduziram um estudo no qual 32 mulheres com 6 a 8 semanas após o parto, praticaram exercícios aeróbios por 45 minutos (caminhada, bicicleta...) 5 vezes por semana. A intensidade desses exercícios foi entre 60 a 70% da Frequência Cardíaca de reserva. O estudo mostrou que essas mulheres tiveram melhor capacidade aeróbia e consumo de oxigênio quando comparadas com o grupo controle. Não houve alteração significativa na composição do leite. Também não houve diferenças na produção do leite ou peso dos bebês.

Em um estudo mais recente, Daley et al (2012) realizaram uma revisão sistemática para avaliar a prática de exercício materno e o crescimento de bebê lactentes. O estudo mostrou evidências iniciais que o exercício materno não afetaria o ganho de peso dos bebês, também foi encontrado que as mães que se exercitavam pesavam menos que as mães sedentárias.

Uma questão importante está na maior concentração de lactato após o exercício intenso. Especulou – se que essa alta concentração de lactato no leite materno alteraria o sabor do mesmo, dificultando a aceitação do leite pelos bebês após o exercício materno. Entretanto as mulheres do estudo de Dewey et al (1994) não encontraram dificuldades para amamentar logo após os exercícios. É importante lembrar também que o lactato aumenta em maior nível apenas em exercícios muito intensos, o que geralmente não é o tipo de exercício praticado pelas novas mães.

Assim, de maneira geral as orientações para a prática de atividade física no pós parto seriam:

  •          Liberação médica, geralmente 30 dias após parto normal, e 45 dias após cesariana.
  •     Amamentar antes do exercício para aliviar desconforto das mamas cheias de leite
  •          Usar sutiã ou top que dê sustentação adequada
  •          Repor líquidos com mais intensidade
  •          Aumento gradual da intensidade dos exercícios
  •          Exercício moderado

Os principais objetivos dos exercícios nessa fase, são:

  •          Fortalecimento do períneo e assoalho pélvico
  •          Fortalecimento – volta ao tônus – dos músculos abdominais
  •          Exercícios posturais e de flexibilidade
  •          Recuperação da capacidade cardiorrespiratória com exercícios aeróbios
Até a próxima! 

                                                              Por Gisele C. Cumming Rodrigues
Mãe do Matteus, 11 meses
Educadora Física formada pela Unicamp
Especialista em Fisiologia do Exercício pela Unifesp
Ginástica para mães com bebês no Arte de Nascer






Fontes:
  • CANALI, Enrico Streliaev; KRUEL, Luiz Fernando Martins. RESPOSTAS HORMONAIS AO EXERCÍCIO -Rev. paul. Educ. Fís., São Paulo, 15(2):141-53, jul./dez. 2001
  • DEWEY, Kathryn G., McCRORY,  Megan A. Effects of dieting and physical activity on pregnancy and lactation. Am J C/in Nutr 1994;59(suppl):446S-53S.
  • DEWEY, Kathryn G. et alA Randomized Study of the effects of aerobic exercise by lactating women on breast- milk volume and composition.  The New England Journal of Medicine. Vol 330, N. 7: 449-453. Feb 17, 1994
  • DALEY, Amanda J. et alMaternal Exercise and Growth in Breastfed Infants: A Meta-analysis of Randomized Controlled Trials. PEDIATRICS Volume 130, Number 1: 107-115, July 2012
  • LEITÃO, Marcelo Bichels  et al. Posicionamento Oficial da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte: Atividade Física e Saúde na Mulher. Rev Bras Med Esporte _ Vol. 6, Nº 6 – Nov/Dez, 2000


Aroma e olfato

“O olfato é um dos cinco sentidos básicos. E a parte mais antiga do cérebro, o rinencéfalo (cujo nome é composto por duas palavras significando cheiro e cérebro), parece ter se desenvolvido inicialmente a partir das estruturas olfativas.“ (Fonte Wikipedia.Org)

Por ai dá para ter dimensão do quão é importante o olfato, através dele as memórias que incluem lembranças de odores tem tendência para serem mais intensas e emocionalmente mais fortes, além disto ainda devemos considerar que nossos poros respiram e através deles qualquer produto (creme, óleo, loção) que usamos também é levado diretamente à nossa corrente sanguínea.

E através do olfato chegamos na aromaterapia, onde o tratamento é baseado no efeito que os aromas das plantas são capazes de provocar nos indivíduos.



Sempre fui apaixonada por aromas! E quem nunca relacionou o cheiro de um perfume ou qualquer outro aroma a um acontecimento marcante?! 

E é deste assunto que quero falar com vocês! 

Quer algo mais delicioso que uma banheira aromatizada? Pois é, podemos usar os óleos essenciais para infinitas possibilidades, desde um  banho calmante, até um cicatrizante. 

Aqui vou dar dicas de banhos! 

 Você pode pingar de três a cinco gotinhas do óleo essencial na água da banheira ou diluir duas gotinhas em um pote de  água e no final do banho deixar descer no corpo, das costas para baixo.

Existem vários óleos que são estimulantes, são eles: 

  • hortelã pimenta
  • cravo
  • canela
  • gengibre
  • manjericão

Se o problema for insônia

Laranja ou manjerona é uma boa pedida!

Caso queira dar uma relaxada e de quebra mandar as energias pesadas embora, recomendo: 

Lavanda, ele é o meu preferido! 



Aliás estou pensando em plantar mudas de lavanda no jardim de casa. O aroma é fantástico!

Se a questão for acalmar: lavanda de novo, camomila e jasmim são boas opções.

Agora se o resfriado te pegou, experimente: hortelã pimenta, eucalipto e cipreste.

Existem também os anti-depressivos: gerânio, bergamota ou rosa.

Essas são algumas das utilizações dos óleos essenciais. Como disse são infinitas possibilidades!

Outra dica legal ainda na aromaterapia: spray de ambiente! Você mesmo pode fazer em casa,com álcool de cereal (meio litro) e alguns raminhos de alecrim ou citronela, além de ter um aroma fantástico, com certeza vai espantar os pernilongos e moscas do seu ambiente. Use um borrifador, sua família vai amar!



Se tiver alguma dúvida ou quiser dicas de outros tipos de banho ou uso de óleos, plantas é só entrar em contato pelo email drika8rodrigues@gmail.com.

Um bjo a todas! :-)



Adriana Rodrigues - Dicas naturebas da Dri

Desde muito cedo apaixonada por tudo que é natural, Adriana é formada em administração de empresas, com pós graduação na mesma área, trabalhou mais de vinte anos em uma grande empresa, e hoje cuida da mente, corpo e alma.´Possui cursos também nas áreas de florais de Saint Germain e Reiki. Também curte muito animais, uma protetora assumida, dos bichos e da natureza! E é mãe da fascinante Sophie! Agora em outubro completou dois aninhos, e como uma boa libriana, é extremamente sensível. Adriana trará dicas naturais de cuidado com o corpo e a alma! Acompanhe suas publicações! :-)

Organização da casa e a segurança dos pequenos


Olá!

Hoje gostaria de compartilhar aqui com vocês algumas dicas sobre organização da casa, pensando na segurança das crianças. Algumas informações podem parecer óbvias mas, acreditem, muita gente não faz ideia dos riscos que certos descuidos podem trazer para nossos pequenos curiosos.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, a cada ano aproximadamente seis mil crianças morrem e 140 mil são hospitalizadas, vítimas de acidentes que poderiam ser facilmente evitados com cuidados básicos por parte dos adultos.  Segundo eles, as estatística mostram que, para cada criança que morre outras 900 podem sofrer seqüelas de todo tipo, incluindo invalidez permanente.

Então vamos lá, todo cuidado é pouco!

OBJETOS CORTANTES

É importante retirar das gavetas mais baixas da cozinha todas as facas e demais utensílios cortantes. Estes objetos podem ser guardados dentro do armário, em uma prateleira de acesso fácil apenas para os adultos.  
E para que os objetos não se espalhem pelo armário, a dica é colocá-los dentro de um recipiente plástico ou de acrílico (tipo porta-pão) sem a tampa (para facilitar na hora de usar). Ou então fixá-los em uma barra magnética própria para facas, que pode ser presa na parede da cozinha ou dentro do armário.






Foto: catálogo dos fabricantes

Outra alternativa para quem só tem opção de deixar estes objetos em gavetas, é usar um acessório para travá-las. Existem vários modelos à venda em lojas de variedades ou de artigos para bebês.



Foto: catálogo do fabricante

A mesma atenção merecem todos os utensílios cortantes e perfurantes existentes na casa, como alicates de unhas, tesouras, agulhas e etc.  Defina um lugar, sempre longe do alcance das crianças, e
lembre-se de devolver ao local assim que acabar de usar.

PRODUTOS DE LIMPEZA, MEDICAMENTOS, BEBIDAS ALCÓOLICAS, PERFUMES e FÓSFOROS

Mantenha-os sempre em prateleiras onde as crianças não alcancem, ou em armários trancados. Quem não tem armário com chave pode trancá-lo com acessório próprio para travar portas de móveis.

Foto: catálogo do fabricante


Nunca troque a embalagem original dos produtos, para que não sejam confundidos com algo inofensivo (ex: produtos de limpeza em embalagens de refrigerante).

DISPOSIÇÃO DOS MÓVEIS E FIOS

Assim que adquirem habilidade de escalar os móveis, as crianças adoram ficar praticando. E as janelas despertam muita curiosidade. Portanto certifique-se de que não há cadeiras, pufes, bancos, mesas ou outros móveis "escaláveis" próximos a janelas e sacadas.

Procure manter um bom espaço livre para circulação. Por exemplo, avalie se compensa manter uma mesa de centro na sala, se você tem pouco espaço e ainda fica preocupada se o bebê vai bater a cabeça nas quinas.

Observe também se os fios elétricos estão fora do alcance das crianças.

Os pequenos têm uma curiosidade incrível pelas tomadas, então procure tampá-las com protetores. Atenção: evite os que têm formato de bichinhos, pois podem ser um atrativo a mais. Algumas crianças podem querer remover aqueles protetores que têm carinha de ursinho, por exemplo.

ENFEITES

Os enfeites dão um toque especial à decoração da casa, mas o desafio é mantê-los no lugar quando há crianças no espaço.  Os objetos frágeis além de quebrarem com facilidade, podem machucar as crianças; e os de metal podem cair nos pés dos pequenos.
Então retire os objetos mais perigosos e valiosos do alcance da criança. E nos demais casos, ensine a ela que não pode mexer.  É importante que os pais ofereçam alternativas mais interessantes do que o objeto proibido. 

Por fim, deixe os telefones de emergência sempre próximos aos aparelhos de telefone da casa.  A gente espera jamais precisar deles, mas com crianças por perto, o seguro morreu de velho.


Até a próxima!


Regiane Deppe - Professional Organizer

Organização sempre foi algo natural na vida da Regiane! E com o passar do tempo, ela foi percebendo que essa habilidade lhe permitiu concretizar seus projetos de vida e de carreira, além de ajudar outras pessoas a se organizarem. 
Formada em Administração de Empresas, pós graduada em Comércio Eletrônico e especializada em Gerência de Projetos, a principal sócia da Organare possui sólida experiência em gestão de processos, projetos e pessoas. 
Regiane é capacitada em técnicas de organização pela OZ! (empresa associada à National Association of Professional Organizers dos EUA), e faz pesquisas constantes sobre este tema, que é uma de suas paixões. 
Muitas dicas para organizar sua casa e a área das crianças você encontrará aqui na coluna da Regiane. 
Site: Organare 
contato@organare.com.br 
Telefone: (19) 8866 1186 
Para curtir a fan page da Organare clique aqui! 

Retirada das fraldas: será que está na hora?




A dúvida do melhor momento para o desfralde é muito comum e deve ser respeitada, pois é uma etapa do desenvolvimento da criança e interfere em suas relações sociais. O treinamento para o desfralde pode começar mais cedo para algumas crianças, e para outras alguns meses mais tarde, mas ocorre geralmente por volta dos 24 a 36 meses de idade. Nessa fase, em virtude do amadurecimento do sistema nervoso central, a maioria das crianças está apta para controlar a eliminação de urina e de fezes durante o dia, e para aprender a usar o penico ou vaso sanitário.

Esse amadurecimento pode ser percebido quando a criança consegue permanecer períodos mais longos com a fralda seca, acorda do soninho da tarde com a fralda seca, e também quando ela passa a avisar que a fralda está molhada, ou suja de fezes (ela avisa que já fez). Outro sinal de amadurecimento é quando as eliminações já são regulares e previsíveis, ou seja, a criança evacua geralmente no mesmo horário. Algumas crianças começam a comunicar a necessidade de usar o banheiro.

A criança começa a ter controle primeiramente das fezes, e depois da urina. O controle da eliminação de urina noturna é o último a acontecer. O fato de urinar á noite é normal até 5 ou 6 anos de idade. Como a criança costuma urinar mais vezes durante a noite, a retirada da fralda noturna pode ser feita 6 a 9 meses após a retirada da fralda diurna.

De uma forma geral, o processo de retirada das fraldas deve começar quando a criança já tiver desenvolvido alguns passos do desenvolvimento tais como andar, falar, sentar por 5 a 10 minutos, e entender que existem locais adequados para suas eliminações.  Porém, mesmo após o treinamento adequado, é possível que ocorram falhas frequentes nos primeiros meses, pois o entendimento das regras sociais e de higiene ainda não foi completamente incorporado pela criança. Seja paciente, explique com calma para ela a necessidade de ir ao banheiro.

Não existe uma regra rígida para a retirada das fraldas, pois cada criança vai se desenvolver de forma particular, no seu tempo. É importante procurar orientação do pediatra antes de iniciar o processo, e saber que tanto a criança quanto os pais devem estar preparados para esse momento. Não há nenhuma vantagem educativa em disciplinar a criança antes da idade apropriada.

Algumas dicas podem ser úteis nesse processo:
·         Não forçar, esperar que a criança esteja preparada;
·         Não dar castigos, fazer críticas ou punir. Essas atitudes não ajudam, e podem atrapalhar!
·         Fazer uso de penico ou redutor de assento para vaso sanitário; isso é importante para o conforto e segurança da criança, assim como apoio para os pés. Os joelhos devem ficar afastados e a calcinha ou cueca abaixada até os pés.
·         Colocar a criança no penico (ou vaso sanitário com assento) no horário que ela está acostumada a evacuar, e explicar de forma simples e clara a importância de fazer no local apropriado. Para algumas crianças é válido sentar no penico com a fralda e depois jogar as fezes no vaso sanitário, mostrando o local em que devem ser feitas.
·         Ficar junto com a criança quando ela for usar o penico
·         Levar a criança para escolher o redutor do vaso sanitário ou o penico.

Caso você perceba que seu filho ainda não está apto, o treinamento deve ser interrompido temporariamente, e reiniciado em outro momento.

Enfim, é preciso muita paciência, carinho e insistência para conduzir de forma tranquila o treinamento. Quando a criança adquire o controle dos esfíncteres passa a ter uma sensação de segurança e independência que favorece seu desenvolvimento. Por isso, prepare-se para mais esse desafio!
Um abraço e até a próxima!


Dra. Mariana Bonilha - Pediatra CRM: 91662

Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP (FMRP)), fez residência médica em Pediatria Geral e em UTI Pediátrica (HCFMRP - USP).
Possui título de Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e atende em consultório em Campinas.
A Doutora Mariana fala sobre tópicos de saúde das crianças e cuidados com os filhos.
Site: http://www.pediatraonline.com.br/marianabonilha
E-mail para contato: mariana.bonilha@yahoo.com.br